Projetos desenvolvidos pelo Instituto Unibanco são as mais novas tecnologias do MEC

  • 10-11-2009

Os projetos Jovem de Futuro e Entre Jovens, desenvolvidos pelo Instituto Unibanco, acabam de ser pré-qualificados para o Guia de Tecnologias Educacionais de 2010 do MEC! Na prática, isso significa que tais projetos foram bem-sucedidos e poderão ser replicados em redes estaduais e municipais de ensino. Esta é uma grande conquista para o Instituto Unibanco, uma vez que seu principal objetivo é conceber, validar e disseminar tecnologias capazes de aumentar a efetividade de políticas públicas na área educacional. Por meio de projetos próprios, implementados em parceria com governos estaduais, o Instituto Unibanco busca testar tecnologias que auxiliem os sistemas de ensino a fazer com que os jovens concluam o Ensino Médio com as competências e habilidades básicas necessárias para a vida e para o mundo do trabalho.
 
As tecnologias pré-qualificadas pelo MEC podem se tornar qualificadas à medida que forem usadas pelas redes de ensino e aprovadas no monitoramento feito por especialistas em educação. "Depois do comprovado impacto de nossos principais projetos, consolida-se o reconhecimento de sua importância como instrumento de melhoria da qualidade da rede pública de Ensino Médio", diz Wanda Engel, superintendente do Instituto Unibanco. Criado em 2007, o Guia de Tecnologias Educacionais tem, atualmente, 112 recursos pedagógicos pré-qualificados. Destes, 52 foram produzidos pelo Ministério da Educação. Dos outros 60, 19 foram incluídos em 2007 e 41 em 2008. Assim, com as novas 29 tecnologias pré-qualificadas este ano, as secretarias municipais e estaduais de educação vão dispor de 141 tecnologias para melhorar o ensino em suas redes. "Este é um passo importantíssimo e extremamente oportuno para nosso objetivo de disseminar tecnologias nos sistemas estaduais de educação, principais responsáveis pelo Ensino Médio.
 
Pretendemos dedicar 2010 à tarefa de transformar essas tecnologias em verdadeiros 'franchisings sociais', de forma a nos habilitarmos a transferi-las, a partir de 2011, aos novos governos que assim o desejarem", finaliza Wanda. Jovem de Futuro Concebido pelo Instituto Unibanco e implementado em escolas públicas de Ensino Médio, por meio de parcerias com governos estaduais, o Projeto Jovem de Futuro busca qualificar esse grau de ensino, contribuindo para a melhoria do desempenho dos estudantes e redução dos índices de evasão escolar. A ação tem duração de três anos, período equivalente ao ciclo das três séries do Ensino Médio.
 
O projeto aposta no princípio de que um pequeno investimento de recursos técnicos e financeiros, colocados à disposição de qualquer escola pública, e que respeite a autonomia e o protagonismo da comunidade escolar, pode trazer um impacto significativo nos resultados, desde que mobilize a comunidade escolar em torno de metas e estratégias pactuadas, reforce a gestão para resultados e ofereça incentivos para professores e alunos. Seus fundamentos básicos são a adesão da escola, que precisa efetivamente QUERER MUDAR; a oferta de apoio técnico, que permita à escola SABER MUDAR; e o acesso a recursos financeiros que possibilitem PODER MUDAR.
 
O apoio financeiro constitui-se em um repasse de R$ 100 por aluno do Ensino Médio por ano, para a Associação de Pais e Mestres ou similar, durante três anos. O apoio técnico é oferecido por meio de capacitações em planejamento, gestão administrativo-pedagógica, uso didático dos resultados de avaliações e suporte técnico de um supervisor para grupos de cinco escolas.
 
O grupo gestor do projeto, escolhido pela comunidade escolar, é responsável pela elaboração de um plano estratégico de ação e assume o compromisso de melhorar substancialmente o desempenho de seus alunos, principalmente em língua portuguesa e matemática. O Jovem de Futuro é desenvolvido em 88 instituições de ensino, em regiões metropolitanas de São Paulo, Vale do Paraíba, Minas Gerais e Rio Grande do Sul. A ação beneficia 120 mil alunos do Ensino Médio, além de 3 mil professores desse ciclo. Cinco anos em um A avaliação de impacto do projeto é realizada externamente pela equipe do pesquisador Ricardo Paes de Barros, do IPEA.
 
Em 2008, após um ano de implantação do Jovem de Futuro, os resultados intermediários mostraram que as escolas beneficiadas pelo projeto em Belo Horizonte e Rio Grande do Sul aumentaram a porcentagem de alunos com proficiência em português e matemática, de acordo com a 3ª meta do Todos pela Educação, na mesma proporção que as demais escolas só alcançariam em cinco anos. Entre Jovens Esta é uma tecnologia criada pelo Instituto Unibanco com o objetivo de equacionar o problema enfrentado pelas escolas de Ensino Médio com alunos que chegam a esse grau sem ter desenvolvido, no Ensino Fundamental, as competências e habilidades básicas necessárias, comprometendo seu desempenho.
 
O projeto oferece atendimento educacional complementar a alunos da 1ª série do Ensino Médio, por meio de um programa de tutoria ministrado por estudantes universitários de cursos de licenciatura de língua portuguesa e matemática. A ação é desenvolvida nas escolas, por um período de seis meses, em quatro horas semanais, no contra turno ou aos sábados. Os tutores recebem capacitação, assistência técnica online, material didático e apoio financeiro por meio de uma bolsa estágio. Além das aulas de tutoria, os jovens das escolas apoiadas visitam exposições, museus, espaços culturais e assistem a filmes e peças de teatro.
 
Também participam de gincanas educativas, com atividades de língua portuguesa, matemática e conhecimentos gerais, e de concursos com temáticas sociais, compartilhando informações e experiências. O projeto pretende resultados tanto junto aos alunos do Ensino Médio, melhorando seu desempenho e incentivando sua permanência, quanto em relação aos futuros professores, oferecendo-lhes a oportunidade de uma consistente experiência pedagógica.
 
O Entre Jovens é aplicado em 161 escolas, nas regiões metropolitanas de Brasília, Rio de Janeiro, Campinas, Vitória e Juiz de Fora, beneficiando 20 mil alunos. A avaliação de impacto do projeto, a cargo do pesquisador João Pedro Azevedo, do Banco Mundial, demonstrou que os beneficiários dos grupos de tutoria apresentaram um rendimento superior e estatisticamente significativo, quando comparados a alunos semelhantes das escolas do grupo de controle. A avaliação demonstrou também que os alunos que freqüentaram mais intensamente o programa apresentaram um rendimento superior àqueles que não freqüentaram o projeto com a mesma intensidade.


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